MINISTÉRIO DA CULTURA e PONTILHADO CINEMATOGRÁFICO apresentam

Júri

Júri Oficial

LEONARDO CASTRO GOMES

Pesquisador e realizador do audiovisual. Professor do ensino superior no campo do audiovisual desde 2009 foi coordenador do curso de Cinema Digital das Faculdades Maurício de Nassau e do curso de Cinema de Animação da AESO Barros Melo, implementou e dirigiu a Escola de Comunicação,  Design e Artes do Centro Universitário UNIFG em Jaboatão dos Guararapes, atuou ainda na Universidade Católica de Pernambuco nos cursos de Fotografia e Design de Jogos Digitais e em duas passagens como professor-substituto do Departamento de Comunicação da Universidade Federal de Pernambuco nos cursos de Cinema e de Rádio TV e Internet.

Como realizador concebeu e dirigiu, entre outros, os videoclipes O Velho James Browser já Dizia (2012) para Mundo Livre S/A e Dandara (2013) para Café Preto; a vídeo-projeção Batuque nas Águas para o show Sinfonias e Batuques (2010) de Naná Vasconcelos; além de documentários como Sambadas do Amaro Branco (2009) e Museu Multiplo Ilê Axé Ijexá Orixá Olufon (2010) para o Museu do Homem do Nordeste. Atuou ainda como curador do I Theória: Mostra de Fotografia e Video do MUHNE e juri do IX Comunicurtas Festival de Cinema da Paraíba.

 

CAMILA VALENÇA

Realizadora com 18 anos de experiência no audiovisual brasileiro, atuando em montagem, produção executiva e direção em documentários e ficções. Trabalhou com Cláudio Assis, Lírio Ferreira, Tizuka Yamazaki, Petra Costa e Tuca Siqueira, assinando a produção executiva de longas premiados como Big Jato e Piedade. Para TV, produziu Chabadabadá (Canal Brasil/Globoplay) e dirigiu a série documental Transmutação (TVs Públicas/EBC). Tem dois longas em curso como realizadora: Cão Sem Plumas, em pré-estreia, e É Cedo Para Ser Tarde, em finalização. Produz pela Perdidas Ilusões, com projetos apoiados por FSA, Funcultura, LPG e PNAB.

 

LUX FARR

É multiartista e desenvolve seu trabalho a partir das artes visuais, cinema e animação. Graduado em Artes Visuais pela Universidade Federal de Goiás e especialização em fotografia pela EFTI – Centro Internacional de Fotografía y Cine. Cursou também Realização em Audiovisual e Animação pela Vila das Artes. Expôs e colaborou com diversos projetos entre filmes e festivais como Goyazes Festival de Fotografia, Goiânia Mostra Curtas, Mira – Espaço da Imagem, Preces Precipitadas de Um Lugar Sagrado que Não Existe Mais, Mostra Absurda, Desmontagem Cinematográfica, Brotar Cinema com o Povo Anacé, Lalabis, Todo Mundo Já Foi Para Marte, Esconderijo dos Gigantes, Marimbã Está Acontecendo, Akey, Errorista Remix, Feito Pipa, Marimbã Está Acontecendo, Jardim do Susto, entre outros. Atualmente distribui o projeto autoral multiplataforma Plano secreto de Alie, concebido enquanto livro infantil ilustrado e que se desdobra em curta-metragem, adaptação para o teatro pelo grupo Teatro Máquina e roteiro para série de animação.

Júri da Mostra Competitiva de Longas-Metragens Brasileiros

DANNY BARBOSA


Atriz, roteirista, diretora e produtora audiovisual. Graduada em Letras pela Universidade Federal da Paraíba e pós-graduada pela UniFip. Na atuação destacam-se participações em filmes como: “Bacurau” (2019), de Kléber Mendonça Filho e Juliano Dornelles; “Trago o seu amor de volta mesmo que ele não queira” (2019), de Bertrand Lira, “Mais pesado é o céu” (2023), de Petrus Cariry, “Salomé” (2024) de André Antônio, o telefilme “O sertão vai vir ao mar” (2024), de Rodrigo César, uma produção Globo. O longa-metragem “Gravidade” (2025), de Leo Tabosa é a obra de ficção recentemente lançada e já conferindo-lhe o prêmio de melhor atriz na 16° edição do festival de cinema de Triunfo – PE. Além do prêmio de melhor atriz, na edição de 2025 do FestAruanda do Audiovisual pelo curta Valéria di Roma de Carlos Mosca. Atuou nos curtas-metragens “Café com Rebu” e “Pedra Polida”, assinando roteiro e direção. Conta, também, a participação em júris e curadorias em festivais audiovisuais tais como: 54° Festival de Cinema de Gramado; Fest Aruanda do audiovisual; 13° Circuito Penedo de Cinema; Festival de Cinema de Vitória; Cine Ceará – Festival Ibero-Americano de Cinema, entre outros.

 

RICKY MASTRO


Cineasta, roteirista, produtor, programador e autor brasileiro, nascido em São Paulo, com formação no Brasil, nos Estados Unidos e na França. Sua trajetória articula direção, escrita, produção, curadoria e circulação, entendendo cada uma dessas áreas como parte do processo de criação e da relação entre os filmes, o público e os espaços em que são apresentados. 

É fundador da Poney Films e da Mostra Queer Brasil, plataforma dedicada à circulação internacional do cinema queer brasileiro. Seu trabalho parte do corpo, do desejo, da noite, da memória, da duração e da responsabilidade envolvida na construção de uma imagem. Seus filmes acompanham personagens e experiências sem transformá-los em explicação, tese ou representação de uma identidade. 

Dirigiu o longa-metragem 7 Minutos e curtas como Xavier, que integrou o programa internacional #FiveFilms4Freedom. Desenvolve atualmente os projetos Tarzan e Giulia, além da pesquisa literária e audiovisual Pauliceia Queer. Entre cinema, produção, programação e escrita, constrói uma obra voltada às relações entre corpo, cidade, intimidade e circulação das imagens.

 

DOMINGOS ANTONIO


Ator, roteirista, diretor e produtor. Formado pela Bristol Old Vic Theatre School, no Reino Unido, foi o primeiro brasileiro a concluir uma formação de bacharelado em teatro no país. Com mais de 20 anos de carreira, participou de novelas e séries como Poder Paralelo, Máscaras, O Negócio, fdp e África da Sorte, pela qual foi premiado. No cinema, protagonizou os longas Linha de Fuga e O Estigma, atuando em mais de 30 produções no Brasil e no exterior, com três prêmios por suas interpretações. Trabalhou com diretores como Fernando Meirelles, Tizuka Yamasaki e Renata Pinheiro. É sócio-fundador da Gravitas Produções Artísticas. Como realizador, escreveu, dirigiu e estrelou os premiados curtas Match, Margem e O Último Carnaval, atualmente em circuito de festivais. Margem integra, no momento, as programações do Canal Brasil, SescTV e Prime Box Brazil. No teatro, prepara-se para estrear os espetáculos Tudo pelo Poder e Smoke, com direção de Otávio Martins.

 

 

Júri da Crítica

ARTHUR GADELHA


Crítico de cinema do Jornal O POVO (CE), é ex-presidente da Associação Cearense de Críticos de Cinema (Aceccine) e membro da Abraccine. Foi curador de festivais como Cine Ceará (CE) e Guarnicê (MA), e também integrou júris de eventos como For Rainbow, Noia e Cine PE. É autor do site Ensaio Crítico, onde publica críticas, entrevistas e artigos, cobrindo também festivais brasileiros e internacionais. É graduado em Comunicação com pesquisa sobre jornalismo, crítica e cinema brasileiro, tendo também formação em Cinema pelas escolas públicas Porto Iracema das Artes e Casa Amarela Eusélio Oliveira (UFC).

BEATRIZ SALDANHA


Pesquisadora, crítica, curadora e realizadora cearense radicada em São Paulo, escreve regularmente sobre filmes para livros, encartes de homevideo e catálogos de mostras, além de integrar curadorias e júris de festivais pelo país. Doutoranda em Comunicação Audiovisual (UAM-SP) com doutorado-sanduíche na Universidade de Sorbonne (Paris), ministra palestras e cursos livres sobre cinema e mantém a revista eletrônica Les Diaboliques, com foco em filmes de horror.

ANDRÉ GUERRA


Jornalista formado pela Universidade Católica de Pernambuco e crítico de cinema filiado à Abraccine, é mestrando do Programa de Pós-Graduação da UFPE com pesquisa focada em cinema de horror brasileiro. Crítico no Diario de Pernambuco, no canal Sessão Restrita e colaborador do site Estação Nerd, realizou oficina de iniciação à crítica de cinema em três edições do Cine Jardim (2019, 2021 e 2023). Comenta o Oscar no R7 desde 2022 e realiza cobertura de vários festivais de cinema, como Cine PE, Gramado, Cine Ceará, Mostra de Tiradentes, Mostra de São Paulo e Olhar de Cinema. Integrou o júri oficial do último VII Cine Jardim. 

KEL GOMES


Jornalista graduada pela UFMG, crítica de cinema filiada à Abraccine (Associação Brasileira de Críticos de Cinema) e analista de comunicação. Atua como editora, crítica, repórter e podcaster do Cinematório. É, também, votante internacional do Globo de Ouro desde 2022.

MARCELA FREIRE


Publicitária e crítica de cinema, pós-graduada em Cinema pela UFRN. Como membro fundadora e atual presidente da Associação de Críticos de Cinema do Rio Grande do Norte (ACCiRN), participa ativamente de júris em festivais de cinema. Também atua como curadora em festivais e já contribuiu como crítica para os portais SetCenas e Grande Ponto.