Premiação III Cine Jardim

PREMIAÇÃO CURTAS-METRAGENS

MELHOR MONTAGEM: Felipe Arrojo Poroger, por Aqueles anos em Dezembro.

MELHOR DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA: Flora Dias, por A Vez de Matar, a Vez de Morrer e Light Trapping.

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE: Karen Akerman e Miguel Seabra Lopes, por Outubro Acabou.

MELHOR ROTEIRO: Fernanda Chicolet, por Demônia, Melodrama em Três Atos.

MELHOR ATOR: Lelo Faria, por A Vez de Matar, a Vez de Morrer.

MELHOR ATRIZ: Nash Laila, por O Delírio é a Redenção dos Aflitos.

MELHOR DIREÇÃO: Karen Akerman e Miguel Seabra Lopes, por Outubro Acabou.

PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI:  Pela urgência do tema e por abordar uma ferida aberta no Brasil, propondo uma reflexão sobre os papeis que exercem, de um lado as pessoas que lutam pela moradia, e do outro o Estado. O Prêmio Especial do Júri vai para o filme, Na missão com Kadu, de Aiano Bemfica, Kadu Freitas e Pedro Maia de Brito.

PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI:  Por fazer uso do poder das imagens e da sua capacidade de (re)significação através de uma montagem que não pretende influenciar o espectador. O Prêmio Especial do Júri vai para o filme, O Brado Retumbante, de Fábio Rogério e Marcelo Ikeda.

PRÊMIO ESPECIAL CLETO MERGULHÃO: Por lançar olhar atento e delicado ao cotidiano, capturando um momento sublime em que realidade e imaginação ganham campo a partir do diálogo amoroso entre mãe e filho ao tratar de um tema complexo. O Prêmio Especial Cleto Mergulhão vai para o filme, O Voo, de Manoela Ziggiatti.

MELHOR FILME: O Delírio é a Redenção dos Aflitos, de Fellipe Fernandes.

PREMIAÇÃO LONGAS-METRAGENS

MELHOR MONTAGEM: Tita, por “Martírio”.

MELHOR TRILHA SONORA: Pablo Lamar, pelo desenho sonoro de “Elon Não Acredita na Morte”.

MELHOR FOTOGRAFIA: Helder Filipe Martins, por “Fome”.

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE: Grande parte do encanto deste filme está num cenário sonhado e construído por um pequeno grande artista, e por isso o prêmio de direção de arte vai para Jonas Laborda, por “Jonas e o Circo Sem Lona”.

MELHOR ATOR: Rômulo Braga, por “Elon Não Acredita na Morte”.

MELHOR ATRIZ: Clara Choveaux, por “Elon Não Acredita na Morte”.

MELHOR ROTEIRO: Vincent Carelli e Tita, por “Martírio”.

MELHOR DIREÇÃO: Pela clareza e complexidade da conjugação dos papéis de cineasta e objeto de si mesmo, o prêmio de melhor direção vai para Douglas Soares, por “Xale”.

PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI: Pela conjunção de um alto grau de comunicação popular e de um grande rigor estético, e pelo olhar humano e apaixonado sobre um artista que desafia as regras e insiste em transcender sua realidade, o Prêmio Especial do Júri vai para “Jonas e o Circo Sem Lona”, de Paula Gomes.

MELHOR FILME: Pela visibilidade dada a um trauma brasileiro histórico e pela ressonância de seu olhar no momento trágico pelo qual passa o país, o prêmio de melhor filme vai para “Martírio”, de Vincent Carelli, Ernesto de Carvalho e Tita.

JÚRI OFICIAL DA MOSTRA COMPETITIVA DE CURTAS-METRAGENS: Bruno Autran, Fabiana Assis e Kátia Coelho.

JÚRI OFICIAL DA MOSTRA COMPETITIVA DE LONGAS-METRAGENS: Rodrigo de Oliveira, Cavi Borges e Tetê Mattos.